17 de julho de 2013

A vida com Logan, de Flávio Soares, conta o cotidiano de uma criança com Síndrome de Down

Logan nasceu em 2004, filho de Flávio Soares, membro do podcast Papo de Gordo. O garoto nasceu com Síndrome de Down, fazendo pairar na cabeça de seus pais todo o medo e ansiedade que as pessoas dizem quando veem uma criança crescendo com a condição.

Mas em vez de sair derrotado, Flávio descobriu exatamente a grande chave para sua felicidade. Não só encontrou em Logan uma fonte inesgotável e inestimável de amor, mas também a inspiração para voltar a desenhar depois de 20 anos. Estreava a webcomic A Vida com Logan.

O tempo passou, e agora as tirinhas abrem alas para todo um livro sobre a vida com esse garoto. Editado pela Panda Books, o livro trará histórias não contadas nas tirinhas online. Olha só as palavras do próprio autor:

“Desde que o Logan nasceu não enfrentei aqueles dias sofridos que me falaram que viriam. Não vi nenhum dos obstáculos insuperáveis que, disseram, estariam à minha espera. Não vi decepções, não vi tristeza, não vi fracassos. Pelo contrário. Vi, e continuo vendo naqueles olhinhos amendoados, amor, felicidade, vontade, determinação e um prazer indescritível de viver a vida, mostrando a todos que as dificuldades serão superadas, cada uma a seu tempo. Como passageiros de um ônibus que descem em pontos diferentes, as habilidades chegam a cada um de nós em momentos distintos, sempre que estamos prontos para elas. E Logan sabe disso.”

“Logan mudou minha vida duas vezes: a primeira quando nasceu e a segunda quando me trouxe de volta ao que eu realmente gosto de fazer, que é escrever e desenhar quadrinhos e livros.”

Você pode adquirir o livro através deste link.

Fonte

15 de julho de 2013

Mamães atenção com a segurança do seu bebê!

As marcas Chicco, Peg-Pérego, Burigotto e Galzerano anunciaram semana passada um recall nacional de cadeirinhas veiculares fabricadas a partir de 2010.

Não foi registrado nenhum incidente, mas as empresas optaram por anunciar o recall preventivo já que há possibilidade de a fivela do cinto, fabricada pela italiana Sabelt, não funcionar e causar o desprendimento da criança.

O uso de cadeirinha em automóveis tornou-se obrigatório desde 2008 com a Lei da Cadeirinha. Desde a obrigatoriedade do uso do acessório, foi registrada uma queda de 23% de mortes de crianças de até 10 anos em acidentes de trânsito.

Leia mais sobre as cadeirinhas veiculares:

Novas resoluções para cadeirinhas veiculares

Cadeirinhas veiculares a segurança do seu filho no trânsito

Alteração na Lei das cadeirinhas

Confira as marcas e modelos e contatos com os fabricantes:

15 de julho de 2013

Cuidado com o que não se deve falar para as crianças

Os pais são modelos para as crianças, e elas sempre procuram seguir o que os pais fazem e falam. Com isso suas atitudes podem ter um impacto positivo ou negativo na formação da personalidade e identidade social da criança.

Existem algumas coisas que jamais devem ser ditas às crianças ou faladas na frente delas, por exemplo:

1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.

2 – Não diga apenas sim. Os nãos e porquês fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.

3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.

4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.

5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.

6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.

7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.

8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.

9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.

10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.

Mantenha uma relação de respeito, carinho e afeto com seus filhos! :)

Fonte

10 de julho de 2013

10 de julho é Dia da Saúde Ocular!

A OMS (Organização Mundial da Saúde) aponta que 50 milhões de brasileiros sofrem de algum tipo de distúrbio de visão e que 60% dos casos de cegueira e deficiência visual poderiam ser evitados se o tratamento tivesse sido feito a tempo. Por isso, é fundamental levar seu filho ao oftalmo.

Muitas crianças só são levadas ao oftalmologista por dificuldade de enxergar a lousa em sala de aula, mas o primeiro exame de vista do bebê, conhecido como Teste do Olhinho, deve ser realizado ainda na maternidade.

Depois, é preciso levar a criança ao oftalmologista com 1 ano de idade, aos 3 anos e, a seguir, antes de ingressar na escola e depois de iniciar a vida escolar, podem ser feitos de dois em dois anos, caso não haja indicação de frequência maior.

Saúde Ocular dos recém-nascidos

Logo após o nascimento o primeiro exame ocular já deve ser realizado, o chamado Teste do Olhinho. É um exame simples, rápido e indolor, realizado com um aparelho chamado oftalmoscópio direto, com o qual o médico examina os olhos da criança. Deve ser realizado numa sala escura, com um auxiliar segurando o bebê, para garantir que o examinador tenha fácil acesso aos olhos do paciente. O oftalmoscópio deve ser posicionado a uma distância aproximada de 30 cm de cada olho.

Um reflexo vermelho homogêneo, simétrico e regular deve ser visto em ambos os olhos. O exame é realizado em mais ou menos 5 minutos e pode ser realizado por um pediatra treinado.

Quando é detectado o reflexo vermelho em ambos os olhos o resultado do exame é considerado normal. Se houver dificuldade em detectar o reflexo vermelho, a criança deve ser examinada pelo oftalmologista com exames mais específicos, para verificar eventuais doenças oculares.

O teste do olhinho pode detectar doenças que causem obstrução do eixo visual por opacidade, como catarata, glaucoma, opacidades da córnea, hemorragias no vítreo, e inflamações e tumores intra-oculares, entre outros.  Ele é fundamental para que o diagnóstico e tratamento sejam realizados de maneira precoce,  evitando a redução permanente da acuidade visual.

O exame está disponível em grande número de hospitais, mas ainda não em todos. O exame é obrigatório por lei nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo.

É normal a criança parecer estrábica (vesga) nas primeiras semanas de vida, pois não tem coordenação motora ocular para manter os olhos paralelos. Essa condição é considerada normal até aos 3 meses de idade. A partir dos 3 meses, se os olhos da criança parecem desalinhados é preciso consular o médico.  O problema merece atenção principalmente se só um dos olhos permanecer estrábico, pois esse olho que não tem a fixação na região central da visão  pode ter uma perda acentuada da acuidade visual, que se não tratada a tempo e corretamente se transformará numa perda permanente. O oftalmo pode indicar o uso de tampão, óculos e, em alguns casos, cirurgia.

Vale lembrar que o aleitamento materno propicia ao bebê os nutrientes necessários ao bom desenvolvimento da visão. Outro cuidado importante é com as unhas (tanto da mãe quanto da criança) evitando arranhões, ferimentos e infecções.

Saúde Ocular dos lactentes e pré-escolares

A criança começa a melhorar sua visão, ou a desenvolvê-la efetivamente, por volta dos 6 a 8 meses. Mas somente aos cinco ou seis anos ocorre a maturação visual completa. O adequado cumprimento do calendário de vacinação e dos cuidados gerais e de higiene previnem as doenças provocadas por agentes infecciosos. A introdução de uma alimentação rica em vitaminas, desde cedo, logo após o término do aleitamento materno, ajudará a manter uma boa saúde.

Rotineiramente, devem ser procurados sinais e sintomas genéricos que podem indicar que a criança possui problemas oculares, tais como apresentar dor de cabeça freqüente; ser dispersiva ou desastrada; cair muito e derrubar objetos; ter dificuldade de acompanhar as brincadeiras dos colegas; fazer caretas, piscar muito, apertar os olhos; inclinar a cabeça para ver e aproximar-se demais da TV ou das páginas de revista e livros. Esses sinais podem indicar que a criança sofre de baixa acuidade visual; assim, deve ser levada ao oftalmologista o quanto antes, para consulta.

Outros sinais e sintomas muito comuns de problemas visuais, que também devem ser observados, são: lacrimejamento; olhos vermelhos; secreção, purgação (pus); crostas nos cílios; olhos semi-abertos; visão embaçada; sensibilidade excessiva à luz; visão dupla e desvio ocular (estrabismo). Em caso de dúvida, o teste de acuidade visual é sempre recomendável, pois permite a detecção de problemas oculares ainda não manifestos.

Com relação a esta faixa etária, os adultos deverão estar atentos à prevenção de acidentes com objetos ponteagudos e/ou cortantes – como faca, tesoura, lápis, por exemplo – ou produtos químicos – como o álcool, água sanitária, detergente e medicamentos – haja vista que crianças dessa idade costumam ter verdadeira atração por esses materiais, que podem levar perigo a seus olhos.

Saúde Ocular dos Adolescentes

As informações e recomendações anteriores são também válidas nesta fase de vida.
Todas as crianças, antes de começar a freqüentar a escola, devem ir ao oftalmologista para realização de teste de acuidade visual. Por sua vez, a professora deve estar especialmente atenta aos seguintes sinais: olhos vermelhos após a aula; lacrimejamento durante a leitura; aproximar ou afastar muito o livro dos olhos; cansaço e desinteresse após a atividade escolar; dores de cabeça, tonturas e náuseas, após esforço visual; troca de letras semelhantes, ao ler.

Geralmente, a adolescência é a fase em que a miopia se manifesta, cujo início se faz sentir por volta dos 10 anos. Assim, deverão ser encaminhadas a exame oftalmológico todas as crianças que nesta faixa de idade sintam dificuldades em enxergar o que está escrito no quadro ou localizar objetos situados muito longe.

Os riscos de acidentes também devem ser prevenidos, atentando-se principalmente às atividades esportivas.

O importante é ficar sempre atento e qualquer sinal de alguma coisa diferente, procurar um pediatra ou oftalmologista!

4 de julho de 2013

Dicas de cuidados bucais dos bebês!

Mesmo antes de nascerem os primeiros dentinhos, os papais precisam ficar de olho na saúde bucal dos pequenos!

Confira os Cuidados com a Higiene Bucal das crianças!

Confira algumas informações essenciais para este cuidado:

* As crianças têm necessidade de cuidados bucais especiais que todos os pais devem conhecer. Entre esses cuidados estão a higiene bucal adequada, a prevenção da cárie causada pelo uso da mamadeira e a certeza de que seu filho está recebendo uma quantidade adequada de flúor.

* Vocês sabem o que é cárie de mamadeira e como evitá-la? – A cárie de mamadeira é causada pela exposição frequente a líquidos que contêm açúcar, como o leite, às fórmulas comerciais preparadas para bebês e os sucos de fruta. Nunca deixe a criança adormecer com a mamadeira de leite ou suco na boca. Ao invés disso, na hora de dormir, ofereça uma mamadeira com água ou uma chupeta que tenha sido recomendada pelo seu dentista. E após cada mamada, limpe os dentes e a gengiva da criança com um pano ou uma gaze umedecidos.

* E o que é o flúor? Como saber se o seu pequeno está recebendo a quantidade certa? - O flúor faz bem antes mesmo de os dentes do seu filho começarem a aparecer. Ele fortalece o esmalte dos dentes enquanto estes estão se formando. Muitas empresas de distribuição de água adicionam a quantidade de flúor adequada ao desenvolvimento dos dentes. Para saber se a água que você recebe em casa contém flúor e qual a quantidade de flúor que é colocada nela, ligue para a empresa de distribuição de água no seu município. Se a água que você recebe em casa não tem flúor (ou não contém a quantidade adequada), fale com seu pediatra ou dentista sobre as gotas de flúor que podem ser administradas ao seu bebê diariamente. Se você usa água engarrafada para beber e cozinhar, avise seu dentista ou médico. É possível que eles receitem suplementos de flúor para seu bebê.

Fique de olho, a saúde bucal dos pequenos é muito importante!

1 de julho de 2013

O Aniversário é do Dino, mas quem ganha é você!

Julho já chega com uma grande surpresa, é o mês de aniversário do Dino e para comemorar o Clube do Dino criou o Concurso Cultural Aniversário do Dino!

Mande uma foto com o tema, qual foi seu aniversário inesquecível e concorra a prêmios incríveis! Você tem a partir de hoje, até o dia 19/07 para enviar suas fotos!

A foto que ficar em 1° lugar irá ganhar um videogame Playstation 3;

As fotos que ficarem em 2° e 3° lugares, ganharam cada uma um videogame Nintendo Wii;

As fotos que ficarem em 4°, 5°, 6° e 7° lugares ganharam um tablet!

Você inda vai ficar de fora, claro que não!

Clique aqui para ler o regulamento da promoção!

E clique aqui para participar! 

É rápido e fácil, participe!

17 de junho de 2013

Campanha de vacinação contra a Paralisia Infantil

A Campanha de Vacinação contra a Poliomielite se encerra nesta semana em todo o país. Os pais ou responsáveis têm até a sexta-feira (21) para levar as crianças de seis meses a menores de 5 anos para tomar a vacina. O balanço parcial do Ministério da Saúde indica que 8,4 milhões crianças em todo país foram vacinadas contra a doença até o momento. Do público-alvo – formado por 12,9 milhões de criança – 65,2% já participaram da mobilização. A meta é atingir 95% deste público, o que totaliza 12,2 milhões de crianças.

De acordo com os dados preliminares repassados pelas secretarias estaduais e municipais de Saúde, até as 12h desta segunda-feira (17), os estados com as maiores coberturas vacinais foram: Rio Grande do Sul (76,4%), Paraná (76,4%), Rondônia (75,5%), Amazonas (73,1%), Goiás (71,2%) e São Paulo (71,1%). O melhor desempenho por subgrupo de idade até o momento foi entre as crianças de 6 meses a menores de 1 ano, atingindo 72,56% do público-alvo, o que representa 1.058.062 doses aplicadas.

O último caso registrado de poliomielite no Brasil foi há 24 anos e, desde 1994, o País mantém o certificado emitido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de erradicação da poliomielite. Mesmo assim é fundamental manter as crianças imunizadas para evitar a reintrodução do vírus no Brasil, pois alguns países da África ainda registram casos da doença.

Vale lembrar que não existe tratamento contra a paralisia infantil, sendo a vacina a única forma de prevenção. Ela protege contra os três sorotipos do poliovírus 1, 2 e 3. Mesmo as crianças que estejam com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarreia, podem receber as gotinhas. Em alguns casos – como, por exemplo, em crianças com infecções agudas, com febre acima de 38ºC ou com hipersensibilidade a algum componente da vacina –, recomenda-se que os pais consultem um médico para avaliar se a vacina deve ser aplicada.

Em todo o País, foram distribuídas 19,4 milhões de doses da vacina oral.

Via Blog da Saúde e Ministério da Saúde

5 de junho de 2013

Receitinhas de São João!

Mês de junho chegou e com ele uma gostosa comemoração!

Que tal entrar no clima com algumas receitinhas típicas desta data?

Bolinho de Milho

Ingredientes:
 –> 2 xícaras (chá) de Farinha de Milho
 –> 1 ½ xícara (chá) de leite morno
 –> 2 ovos inteiros
 –> 1 xícara (chá) de açúcar
 –> ½ xícara (chá) de farinha de trigo
 –> 1 colher (sopa) de Fermento em Pó Químico
 –> 1 colher (sopa) de Erva-Doce
 –> Óleo para fritar
 –> Açúcar e Canela pó  para polvilhar

Modo de Preparo

Coloque na batedeira a farinha de milho branca com o leite morno e os ovos e bata bem. Acrescente o açúcar, a farinha de trigo, o fermento em pó, a erva-doce e mexa até ficar uma massa homogênea.
Faça os bolinhos com o auxilio de uma colher e frite em óleo bem quente. Polvilhe com açúcar e canela.

Rapadura de Amendoim

Ingredientes:
 –> 2 xícaras (chá) de amendoim, torrado e moído sem a casca
 –> 3 xícaras (chá) de açúcar
 –> 3 colheres (sopa) de chocolate em pó
 –> 1 xícara (chá) de leite
 –> 1 colher (sopa) de Fermento em pó químico
 –> 2 colheres (sopa) de manteiga
 –> ½ colher (chá) de Gengibre moído
 –> Manteiga para untar.
Modo de Preparo:

Em uma panela, coloque todos os ingredientes e leve ao fogo por 15 minutos, mexendo sempre, até desgrudar da panela.
Coloque a massa sobre uma forma untada com manteiga e corte em quadradinhos, ainda morna. Depois de frio, coloque em um pote com tampa.

Pipoca com Calabresa

Ingredientes:
–> 1 envelope de caldo de carne em pó
–> ½ xícara (chá) de pipoca
–> 2 colheres de óleo de soja
–> 1 linguiça calabresa defumada cortada em cubos
Modo de Preparo:

Em uma panela frite a linguiça com o óleo. Retire apenas a linguiça deixando o óleo na panela.
Adicione ao óleo, o milho de pipoca e o envelope de caldo de carne, misture bem e tampe a panela.
Deixe estourar, com cuidado para não queimar.
Em um recipiente junte as pipocas à linguiça e sirva

Farofa de Pinhão

Ingredientes:
–> 5 colheres (sopa) de manteiga
–> 25 pinhões picados
–> 1 xícara (chá) de farofa pronta
–> 2 cebolas pequenas picadas
–> 1 xícara (chá) de frango cozido desfiado
–> 1 pitada de colorífico

Modo de Preparo:

Aqueça a manteiga e frite a cebola, junte os pinhões e frite mais um pouco. Acrescente o frango e o colorífico e refogue. Coloque a farofa, misture bem e sirva em seguida.

Quentão (para crianças!)

Ingredientes:

–> 500 ml de água

–> 250 ml de suco de uva natural

–> 6 cravos

–>  1/2 limão em rodelas

–> 4 colheres (sopa) de gengibre em lascas

–> 4 colheres (sopa) de açúcar

–> canela em pau a gosto

Modo de Preparo:

Coloque o suco de uva, a água e o açúcar em uma panela e leve ao fogo, por cerca de 5 minutos. Adicione o cravo, o gengibre, a canela e as rodelas de limão. Asim que começar a ferver, desligue o fogo e sirva.

 

O Dino e a Dina já estão no clima, fique ligado aqui no blog e na nossa página do facebook que em breve teremos novidades! =)

 

 

4 de junho de 2013

Leite!

Para manter os ossos e os dentes fortes e ainda garantir o crescimento não há nada melhor que incluir o leite e os seus derivados na alimentação. Eles são boas fontes de vitaminas e de cálcio um dos minerais que acompanha você ao longo de todo o seu crescimento e desenvolvimento.

Quanto mais crescemos mais leite precisamos consumir (tomando cuidado com o excesso, que sim, pode fazer mal), nossos ossos vão ficando maiores e também trocamos os dentes de leite por permanentes. Uma criança de 1 a 3 anos (as crianças até dois anos devem ser amamentadas no peito– preferencialmente), por exemplo, precisa de 2 a 3 copos de leite por dia. A recomendação para a população brasileira é o consumo de 3 porções de leite e derivados.

Comer queijo, iogurte e todos os derivados do leite ajuda muito, mas nada substitui os nutrientes adquiridos os se beber leite mesmo!

 

Bebê x Leite Integral

O leite integral contém proteínas complexas que tendem a agredir a mucosa intestinal do bebê, podendo provocar uma enterite alérgica, com perda sanguínea visível ou mesmo imperceptível, maior incidência de anemias e indução precoce da alergia ao leite e derivados.

Ele também não propicia a absorção de ferro ideal para crianças de menos de 1 ano , além de possuir uma concentração de sal muito superior à recomendada, levando a uma sobrecarga nos rins do bebê.

Se por algum motivo o leite materno não estiver disponível, existem as chamadas fórmulas para os primeiros seis meses de vida da criança, assim como fórmulas para o segundo semestre. As fórmulas infantis contêm mais ferro e vitaminas que o leite de vaca comum, e por isso são as únicas alternativas ao leite materno. Consulte o pediatra!

O leite continua sendo muito importante para a alimentação da criança depois de 1 ano de idade, pois fornece proteínas, cálcio, magnésio e vitaminas B12 e B2. Os pequenos vão precisar tomar de 500 a 750 mil de leite integral por dia (mais ou menos de dois a três copos ou mamadeiras).

Caso ele não goste muito de leite, você pode oferecer duas porções de alimentos ricos em cálcio por dia, como iogurte, queijo e outros derivados de leite. Você pode também misturar o leite em alimentos e usá-lo como ingrediente (macarrão com molho branco, estrogonofe, pudim etc.)

Consumo por idade

Esta é apenas uma referência da quantidade que as crianças devem consumir, mas ela pode variar, é preciso levar em conta muitos fatores.

- 7 meses a 2 anos: 3 a 4 porções de 120 ml;
- 2 a 3 anos: 5 porções de 120 ml;
- 4 a 6 anos: 4 porções de 180 ml.

Tipos de leites

A criança de mais de 1 ano precisa tomar leite integral. Entenda direitinho os tipos de leite que são vendidos nos supermercados e padarias. Não adianta dividi-los pela embalagem (“de saquinho”, “de caixinha” ou “de garrafa”), porque há leites diferentes em embalagens parecidas.

É só olhar para as prateleiras dos supermercados para as dúvidas começarem: qual o melhor tipo? As opções são tantas que comprar o produto mais indicado para seu filho torna-se um desafio. Além da origem, há variações nos tipos e no teor de gordura. O integral tem pelo menos 3%; o desnatado, no máximo 0,5%; e o semi-desnatado, um valor intermediário. A decisão de qual é melhor deve ser tomada com o pediatra.

O leite pode ser:

Pasteurizado ou longa vida (quanto ao processo de esterilização)
• Pasteurizado: Sistema em que o leite é aquecido e resfriado, para matar os micro-organismos causadores de doença. Precisa ficar sempre na geladeira. Não são acrescidas substâncias externas.
• Longa vida ou UHT: O leite passa por um método que esquenta e esfria a temperaturas mais extremas, tornando-o estéril. É colocado em embalagens bem fechadas que podem ser mantidas fora da geladeira enquanto fechadas. Podem ser acrescentados estabilizantes químicos.

Integral, semidesnatado ou desnatado (quanto à fração de gordura)
• Integral: contém a gordura original do leite. Há vitaminas, como a A e D, que precisam da gordura. Crianças até 2 anos devem tomar leite integral, que tem de conter pelo menos 3% de gordura.
• Semidesnatado: contém parte da gordura natural do leite, numa proporção de 0,6% a 2,9%. Em situações especiais, pode ser dado a crianças de mais de 2 anos com problema de obesidade, seguindo orientação do pediatra.
• Desnatado: Pode ter no máximo 0,5% de gordura. Não é recomendado para crianças em nenhuma situação.

Tipo A, B ou C


A classificação é como uma “nota”, em grau de pureza, aos leites pasteurizados. O leite A tem de seguir critérios mais rígidos de coleta e embalagem, e por ser mais puro, tem maior durabilidade na geladeira (e é mais caro). Só existe no Brasil em versão integral.

O tipo B tem um pouco menos de exigências quanto à pureza, mas também é saudável. Também só existe em versão integral e precisa ser guardado sempre na geladeira.

O tipo C é o menos puro, porque pode ser coletado e embalado manualmente, e há maior tolerância para o número de micro-organismos. Pode ser integral, semidesnatado ou desnatado. Só a versão integral pode ser dada para crianças de menos de 2 anos, mas os pediatras orientam que, se possível, os pais prefiram os tipos A ou B, ou ainda o longa vida.

Ou seja: o leite tem de ser integral. Se for pasteurizado, basta ver o nome tipo A ou tipo B na embalagem. Se for longa vida, procure a palavra “integral” no rótulo.

Outros ‘tipos’:

Aromatizados: Como melhoram o aroma, podem ser uma alternativa quando as crianças rejeitam o leite. O produto, com cheiro de morango ou chocolate, por exemplo, parece um pouco escurecido. Novas marcas estão chegando ao mercado brasileiro. É necessário ter atenção para casos de alergia aos aditivos, especialmente corantes, se houver.

Hidrolisados: São especialmente recomendados para crianças com intolerância à lactose. Nelas, as enzimas digestivas não estão completas. Assim, aquela que falta para digerir a lactose já age no leite antes da ingestão. Os hidrolisados são tratados com enzimas para a quebra do açúcar do leite, facilitando a digestão.

Enriquecidos: Eles têm o objetivo de complementar a alimentação da criança com nutrientes importantes não encontrados no leite original ou para repor vitaminas. Podem ser com cálcio, ferro, fibras, ácidos graxos tipo ômega 3 ou 6 etc. O enriquecido com ferro, por exemplo, pode ser usado em qualquer faixa etária, mas até 2 anos é mais recomendado pelos pediatras por causa da necessidade maior deste mineral. Já os que apresentam ômega 3 ou 6 ajudam no metabolismo e são recomendáveis por conterem gordura de boa qualidade.

Em pó: É muito prático para passeios e viagens, já que é fácil de carregar e pode ser preparado na hora, sem necessidade de refrigeração. O produto é obtido por meio da secagem, preservando seus demais constituintes. Costuma ser mais consumido por crianças menores, justamente por ter uma fórmula mais balanceada e completa.

De soja: É indicado principalmente para quem tem algum tipo de intolerância a proteínas de origem animal. Sua fonte de proteína é vegetal, e não animal, como os demais leites, e acaba sendo uma opção de complemento alimentar.

Achocolatados: Não são necessários. Mas, se ainda assim você quiser dar, faça-o após o segundo ano de vida. Antes, podem aumentar o risco de alergia.

Ferver o leite, ou não?

Para crianças de mais de 1 ano, depende do leite:

• leite materno: nunca deve ser fervido
• leite cru natural não-pasteurizado (tirado diretamente da vaca): sempre precisa ser fervido
• leite UHT ou longa-vida: não precisa ser fervido
• leite pasteurizado tipo A ou tipo B: aqui há certa divergência entre os especialistas. Há quem defenda a fervura, para evitar o risco de haver micro-organismos prejudiciais, mas por outro lado ao ferver o leite algumas de suas propriedades positivas se perdem. Verifique com seu pediatra qual é a orientação dele. Como regra geral, não precisa ferver, a não ser em caso de crianças de saúde mais debilitada.

Procure usar o leite aberto em no máximo dois dias, de preferência no mesmo dia. Guarde a embalagem aberta na geladeira (mesmo a longa-vida). Alguns médicos recomendam que se ferva o leite industrializado, mesmo o de caixinha, depois de mais de 24 horas aberto na geladeira.

Lembre-se que essas são apenas algumas referências, sempre procure orientação de um profissional, como pediatra e nutricionista para escolher o que é melhor para os pequenos!

31 de maio de 2013

31 de Maio – Dia Mundial sem tabaco!

Em 31 de maio celebra-se o “Dia Mundial Sem Tabaco”, data criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1987 para refletirmos sobre os malefícios de fumar, ato que mata quase 6 milhões de pessoas todo ano, destes 600 mil são fumantes passivos. E o pior: crianças estão entre essas vítimas. Sofrem com pneumonia, asma, inflamações nos ouvidos e na garganta e ainda têm maior predisposição a se tornarem adolescentes e adultos fumantes.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) acredita que, em 2020, ao menos 10 milhões de pessoas morrerão em decorrência do cigarro. Para a OMS, o tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo.

Efeitos da fumaça sobre a saúde da criança

Se a mãe fuma depois que o bebê nasce, ele sofre imediatamente os efeitos do cigarro.

Durante o aleitamento, a criança recebe nicotina através do leite materno, podendo ocorrer intoxicação em função da nicotina (agitação, vômitos, diarréia e taquicardia), principalmente em mães fumantes de 20 ou mais cigarros por dia.

Em recém-nascidos, filhos de mães fumantes de 40 a 60 cigarros por dia, observou-se acidentes mais graves como palidez, cianose, taquicardia e crises de parada respiratória, logo após a mamada.

Estudos mostram que crianças com sete anos de idade nascidas de mães que fumaram 10 ou mais cigarros por dia durante a gestação, apresentam atraso no aprendizado quando comparadas a outras crianças: observou-se atraso de três meses para a habilidade geral, de quatro meses para a leitura e cinco meses para a matemática.

Em crianças de zero a um ano de idade que vivem com fumantes, há uma maior prevalência de problemas respiratórios (bronquite, pneumonia, bronquiolite) em relação àquelas cujos familiares não fumam. Além disso, quanto maior o número de fumantes no domicílio, maior o percentual de infecções respiratórias, chegando a 50% nas crianças que vivem com mais de dois fumantes em casa.

É, portanto, fundamental que os adultos não fumem em locais onde haja crianças, para que não sejam transformadas em fumantes passivos, pois devido ao seu organismo ainda se encontrar em desenvolvimento, as crianças, especialmente as de pouca idade, são mais vulneráveis aos efeitos da exposição à poluição tabagística ambiental, principalmente dos pais.

Então papais, muito cuidado, porque esse assunto é muito sério! Cuidado com a sua saúde e mais cuidado ainda com a saúde dos pequenos!

Via Ministério da Saúde

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